4 de mar. de 2026

Cactus Huernia Macrocarpa

Huernia Macrocarpa 

Nome Científico: Família Cactaceae.

Nome Popular: Existem muitas variedades.

Características: Plantas suculentas de aspecto rústico, originária de regiões secas de clima agreste. Muitas espécies são recobertas de espinhos eretos ou curvos.

Porte: Seu porte depende da espécie. Há cactos arbustivos que chegam a atingir 10 metros. Outras espécies têm porte menor, de 20 a 30 centímetros. E há ainda os mini-cactos que chegam a medir apenas 5 centímetros.

Ciclo de vida: A grande maioria possui ciclo de vida perene. Dependendo da espécie pode variar de 5 a 200 anos!

Necessidades básicas:

Iluminação: Alta luminosidade, cactos adultos podem ficar a pleno sol, porém na época da floração, deve-se evitar o Sol direto.

Rega: A rega não deve ser em excesso. Deve ser regado uma vez por semana no verão, e no inverno 1 vez por mês. Se o cacto for de pequeno porte, a rega deve ser a mínima possível. Para um mini cactos uma colher de sopa de água por semana basta.

Substrato: O ideal são solos arenosos. Pode ser utilizada uma mistura de 30% areia, 30% terra vegetal e 30% terra comum.

Adubação: Misture na água das regas NPK 15-15-20. Dois gramas por litro de água. Isso deve ser feito a cada 3 meses.

Cuidados:

Poda: Não há necessidade.

2 de mar. de 2026

Ideias e gráficos

Biscoitos Saudáveis


Quatro biscoitos saudáveis caseiros para variar a semana.🌽 🥥🍫🍪


🥥 Biscoitos saudáveis de coco

Ingredientes:
1 xícara de coco ralado sem açúcar
2 ovos
2 colheres de sopa de óleo de coco
2 colheres de sopa de mel ou adoçante
1 colher de chá de fermento em pó

Modo de preparo (resumido)
Misture tudo, modele os biscoitos e asse a 180 °C por 15–20 minutos.

🍫 Biscoitos saudáveis de cacau

Ingredientes:
1 xícara de farinha de aveia
2 colheres de sopa de cacau 100%
2 ovos
2 colheres de sopa de mel ou adoçante
1 colher de chá de fermento em pó

Modo de preparo (resumido)
Misture os ingredientes, modele e asse a 180 °C por 15–18 minutos.

🌽 Biscoitos saudáveis de milho

Ingredientes:
1 xícara de flocão de milho
2 ovos
2 colheres de sopa de óleo de coco
2 colheres de sopa de mel ou adoçante
1 colher de chá de fermento em pó

Modo de preparo (resumido)
Misture bem, modele os biscoitos e asse a 180 °C por cerca de 20 minutos.

🍪 Biscoitos saudáveis de maçã com canela

Ingredientes:
1 maçã ralada
1 xícara de farinha de aveia
2 ovos
1 colher de chá de canela em pó
2 colheres de sopa de mel ou adoçante
1 colher de chá de fermento em pó

Modo de preparo (resumido)
Misture tudo, modele os biscoitos e asse a 180 °C por 15–20 minutos.

27 de fev. de 2026

Anna Mary Robertson Moses


Ela passou 78 anos sobrevivendo.
 Depois, passou 23 anos vivendo.

Anna Mary Robertson Moses nunca esperou que alguém lembrasse seu nome.
Nascida em 1860, em uma fazenda simples no estado de Nova York, ela aprendeu cedo que viver era trabalhar — e trabalhar era viver. Não houve tempo para estudos além do básico. Aos doze anos, já era enviada para trabalhar em casas de famílias mais ricas — limpando, cozinhando, cuidando dos filhos dos outros por apenas alguns centavos por semana.

Casou-se aos vinte e sete anos. Teve dez filhos; apenas cinco sobreviveram. Enterrou bebês, costurou roupas até que os fios se desfizessem e acordou antes do amanhecer todos os dias para manter a fazenda de pé. Suas mãos ficaram calejadas. Suas costas se curvaram. Os anos passaram em um ciclo contínuo de plantio e colheita, nascimento e perda.

Quando seu marido, Thomas, morreu em 1927, ela tinha sessenta e sete anos — e, de repente, estava sozinha.

O silêncio era ensurdecedor.

Tentou bordar para ocupar o tempo, mas a artrite deformou seus dedos até que cada ponto se tornasse dor. Foi então que sua irmã sugeriu algo diferente:
“Por que você não tenta pintar? Um pincel é mais fácil de segurar.”

Anna Mary nunca havia pintado. Nunca tinha ido a um museu. Nunca havia se imaginado como algo além de uma esposa de fazendeiro.

Mas, aos setenta e oito anos, comprou tinta barata de celeiro, pegou pedaços de madeira no galpão e criou sua primeira pintura — uma simples casa cercada por colinas.

Algo se abriu dentro dela.

As memórias começaram a transbordar. Passeios de trenó. Colheitas de xarope de bordo. Crianças patinando em lagos congelados. O mundo que ela viveu — e viu desaparecer. Pintava rápido, sem esboços, cantarolando hinos na mesa da cozinha até tarde da noite.

Por três anos, pintou apenas para si. Vendeu algumas obras em uma farmácia local por dois ou três dólares — dinheiro para compras, nada mais.

Então, em 1938, um colecionador chamado Louis Caldor parou diante da vitrine daquela farmácia. As pinturas o fizeram parar no tempo. Ele comprou todas.

“Quem pintou isso?”, perguntou.

“Ah… foi a vovó Moses. Ela tem quase oitenta anos.”

Caldor foi até sua casa. Encontrou-a de avental, pincel na mão.
“Você vai ficar famosa”, disse.

Ela riu.

Em menos de dois anos, suas obras estavam em galerias de Nova York. Críticos a chamavam de “primitiva”, “sem formação”, sem saber exatamente como classificar uma senhora idosa pintando alegria pura. Mas as pessoas comuns entenderam imediatamente. Elas viam calor, memória e uma vida vivida sem pretensão.

Aos oitenta anos, seu rosto estampou a capa da revista Life. Aos noventa, ela ainda pintava todos os dias. Trabalhou até os 101 anos, criando mais de 1.600 pinturas nos últimos capítulos de sua vida.

Anna Mary Robertson Moses provou que propósito não tem prazo de validade. Que a beleza pode esperar, silenciosa, enquanto sobrevivemos. E que, às vezes, o caminho mais longo e difícil leva exatamente ao destino que sempre foi nosso.

Você nunca é velho demais.
Nunca é tarde demais.
Nunca é “demais” de nada.

Você só precisa pegar o pincel.

19 de fev. de 2026

Fibromialgia

𝐏𝐎𝐑 𝐐𝐔𝐄 𝐑𝐀𝐙Ã𝐎 𝐔𝐌 𝐃𝐎𝐄𝐍𝐓𝐄 𝐅𝐈𝐁𝐑𝐎𝐌𝐈Á𝐋𝐆𝐈𝐂𝐎 𝐏𝐨𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐯𝐚𝐫 𝐭𝐨𝐝𝐨 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐨𝐫𝐠â𝐧𝐢𝐜𝐨 𝐚𝐩ó𝐬 𝐮𝐦𝐚 𝐫𝐞𝐩𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐚 𝐃𝐢𝐬𝐟𝐮𝐧çã𝐨 𝐄𝐦𝐨𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥?

Do muito que já aprendemos através de clínicos devidamente e clinicamente informados e que connosco têm trabalhado, podemos informar que:

1. - Qualquer emoção, represália, incompreensão e agressividade negativas ou ataques pessoais verbais ou físicos, podem desencadear uma intensa crise repentina, que muito dificilmente pode ser ultrapassada num curto espaço de tempo.

2. - Os Doentes Fibromiálgicos são caracterizados por ter um défice de oxigénio em todo o seu organismo e simultaneamente um excesso de toxinas. Por esta razão o exercício físico é sempre tão aconselhado como fundamental, já que favorece a OXIGENAÇÃO MUSCULAR, assim como AJUDA A LIBERTAR, através de uma respiração profunda e correta, as toxinas que muito ajudam a acumular a sensação de dor em todo o organismo.

3. - Quando um Doente Fibromiálgico consegue fazer-se rodear de um ambiente saudável quer através de uma ausência de poluição, quer de ausência de preocupações permanentes, quer estando rodeado de familiares e amigos que nele acreditam e estão a seu lado afetivamente, terá muito maiores e melhores condições para conseguirem suportar as dores de cada crise e as permanentes que não abandonam o seu corpo, de uma forma bem mais leve e otimista.

4. - Um Doente Fibromiálgico possui uma substância junto da hipófise, chamada "Substância P" que orienta e domina toda a capacidade de suporte emocional de cada um. Ou seja, sempre que há uma disfunção EMOCIONAL repentina, de imediato são expelidas toxinas dessa substância para TODO o corpo, podendo provocar sérios prejuízos de ordem funcional, como por exemplo e além da dor, uma sensação paralisante.

5. - Sempre que tal acontece, o Doente deve recolher-se de imediato e afastar-se do polo conflituoso em que se encontra e que lhe provocou tal situação. Nestes casos, convém que se deitem, fechem os olhos, procurando ausência de ruídos ou iluminação. Assim devem permanecer até que consigam recuperar o seu estado físico-emocional, o que, por norma, não será fácil que tal aconteça no mesmo dia. O organismo pode demorar dias a recuperar-se das toxinas em elevada quantidade que o invadiu.

Conclusão:

A melhoria ou agravamento do estado físico destes Doentes, têm uma relação direta entre o estado emocional em que vivem e as dores que vão sentindo. Se hostil, dificilmente sairão das situações de crise e nelas permanecerão dia após dia. Se estiverem inseridos num ambiente acolhedor e participativo, poderão ultrapassar cada crise mais rapidamente e com melhorias de maior duração.

Sejam Corajosas(os), Amigas(os) e cuidem da Vossa saúde!

24 de jan. de 2026

Médiuns de Cura

Médiuns de cura costumam ser solitários por vários motivos.
Eles carregam dores que não são deles
Quem trabalha com cura absorve, filtra e transmuta sofrimento alheio. Isso cansa a alma. Muitas pessoas sentem alívio perto deles, mas não conseguem sustentar a própria sombra depois que melhoram, então se afastam.

A relação quase sempre é utilitária
Muita gente se aproxima quando está ferida, perdida ou doente. Quando se cura, vai embora.
 
Após processos intensos de cura, o médium muda. E nem todo mundo acompanha essa mudança. A solidão vem porque o campo energético fica mais seletivo.
 Eles veem demais, percebem intenções, máscaras, incoerências. Isso dificulta relações superficiais. Conversas vazias cansam, relações rasas não sustentam.
A solidão parece castigo, mas é consequência.
 
É o preço de quem serve como ponte entre dor e alívio.

A tristeza existe. E precisa ser reconhecida.
Muitos médiuns sofrem em silêncio porque acham que “não deveriam” se sentir assim. Mas cura não imuniza contra solidão. Pelo contrário: amplia a sensibilidade.

Como conviver com esse dom  sem adoecer?
Aprender a não curar todo mundo
 Nem toda dor é sua missão. Limites são sagrados.
Separar amor de missão
 Quem você cura não é, necessariamente, quem vai te amar ou permanecer.
Ter vínculos onde você não seja o “pilar”
 Busque pessoas com quem você possa ser frágil, não só forte.
Criar enraizamento na matéria, natureza, corpo, rotina, silêncio. Cura também precisa de descanso.
Aceitar que poucos, mas verdadeiros, ficam
A vida do médium não é de multidão.

Proteção para o Médium de Cura :

“Que tudo o que não me pertence retorne ao seu caminho de origem,sem dor, sem culpa, sem vínculo comigo.

Eu curo apenas até onde é minha missão.
O que ultrapassa meus limites, eu entrego ao Divino.”

“Que meu corpo seja templo, não depósito.
Que minha alma seja canal, não morada.”

“Selo meus campos com luz viva.
O que é amor permanece.
O que é peso se dissolve.”

“Eu honro meu dom,
mas honro ainda mais minha vida.”

Faça isso todos os dias, ao enfrentar ambientes difíceis ou quando sentir necessidade próximo a algumas pessoas, nos temos o poder sobre o nosso corpo e nossa voz é poder!.


19 de jan. de 2026

Panqueca de abobrinha

Panqueca de abobrinha

Ingredientes:
1 abobrinha média ralada
2 ovos
1 xícara de leite
1 xícara de farinha de trigo
1 colher de sopa de óleo ou azeite
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta-do-reino
1 colher de chá de fermento químico em pó
Cheiro-verde a gosto
Os ingredientes dessa receita são simples e provavelmente você já tem quase todos aí na sua cozinha. A abobrinha traz leveza e umidade para a massa, os ovos dão estrutura, o leite ajuda na maciez e a farinha entra para dar o ponto certo. Em menos de 30 minutos você consegue preparar tudo, desde a mistura da massa até as panquecas prontinhas para servir.

modo de preparo da receita
Comece lavando bem a abobrinha e ralando no ralo grosso. Depois de ralada, aperte levemente com as mãos para retirar o excesso de água. Esse passo é importante para que a massa não fique mole demais.

Em uma tigela média, coloque os ovos e bata levemente com um garfo ou fouet, só até misturar clara e gema. Acrescente o leite, o óleo ou azeite, o sal e a pimenta-do-reino. Misture bem.

Agora entre com a abobrinha ralada e o cheiro-verde. Mexa novamente para que tudo fique bem distribuído na massa líquida. Em seguida, adicione a farinha de trigo aos poucos, mexendo sempre, até obter uma massa homogênea, com textura parecida com massa de panqueca tradicional.

Por último, coloque o fermento e misture delicadamente, apenas para incorporar. Não precisa bater demais nesse momento.

Leve uma frigideira antiaderente ao fogo médio e unte levemente com óleo ou azeite. Quando estiver quente, despeje uma concha da massa e espalhe formando um disco. Deixe dourar por cerca de 2 minutos ou até começar a soltar as bordas. Vire com cuidado e deixe dourar do outro lado.

Repita o processo até acabar toda a massa. Conforme for ficando pronta, reserve as panquecas em um prato. Sirva com o recheio de sua preferência, que pode ser carne moída, frango desfiado, legumes refogados ou até um recheio mais simples com queijo e tomate.