27 de mai. de 2026

Canjica cremosa


Canjica Cremosa 

O amolecimento correto dos grãos  receita tradicional rende 8 porções grandes. 
O segredo do caldo gcrosso está na combinação do amido natural do milho com o creme de leite adicionado no final.

Ingredientes:
500g de milho branco para canjica
1 lata de leite condensado (395g)
1 caixa de creme de leite (200g)
1 litro de leite integral
200ml de leite de coco
100g de coco ralado (preferencialmente em flocos)
2 paus de canela e 5 cravos-da-índia
Canela em pó para salpicar

Passo a Passo:
O Remolho: Deixe o milho de molho em água por no mínimo 8 horas. Esse processo hidrata os grãos e reduz o tempo de pressão.

O Cozimento: Descarte a água do molho. Coloque os grãos na panela de pressão com 1,5 litros de água limpa. Cozinhe por 30 minutos após pegar pressão.

A Base Láctea: Desligue o fogo e espere a pressão sair. Abra a panela e verifique se o grão está macio. Adicione o leite integral, o leite condensado, o leite de coco, os cravos e a canela em pau.

O Apuro: Cozinhe em fogo médio por 15 minutos sem tampar. Mexa constantemente com colher de pau para não grudar no fundo. Os grãos soltarão amido e o caldo começará a engrossar.

A Cremosidade: Desligue o fogo. Misture o creme de leite e o coco ralado. O creme de leite não deve ferver para manter a textura aveludada. Servir morna ou gelada com canela salpicada.Bom apetite. 

22 de mai. de 2026

Santa Rita de Cassia

22 de maio é o dia de uma das santas mais amadas e milagrosas da humanidade: Santa Rita de Cássia. Conhecida como a Santa das Causas Impossíveis, ela representa a fé que permanece mesmo quando tudo parece perdido. Sua história é marcada por dor, entrega, perdão e profunda conexão com o Divino.

Rita nasceu na Itália no século XIV e desde criança desejava viver uma vida espiritual. Mas, seguindo os costumes da época, foi obrigada a se casar. Seu marido era agressivo e violento, porém Rita escolheu o caminho da paciência, da oração e da transmutação interior. Com o tempo, conseguiu transformar o coração dele.

Após perder o marido e os filhos, Rita ingressou em um convento, onde viveu experiências místicas profundas. Durante anos, recebeu visões, curas espirituais e fenômenos considerados milagrosos. Um dos mais conhecidos foi a chaga em sua testa, semelhante à coroa de espinhos de Cristo, que ela carregou como símbolo de união com o sofrimento e a consciência de Jesus.

Muitos relatos contam que, próximo à sua morte, uma rosa floresceu em pleno inverno após ela pedir esse sinal a uma parente. Por isso, as rosas se tornaram um dos maiores símbolos de Santa Rita. Elas representam esperança, milagres e a manifestação da graça divina quando ninguém mais acredita ser possível.

Na visão espiritualista, Santa Rita carrega uma vibração muito ligada ao Raio Rosa e ao Raio Violeta da Fraternidade Branca: amor, perdão, misericórdia, transmutação e cura emocional. Sua energia lembra os ensinamentos de Mestres que trabalham a compaixão e a alquimia espiritual através do coração.

Em algumas linhas espiritualistas e na Umbanda, sua força também é associada às vibrações de fé, resignação e cura das dores emocionais profundas. Muitos médiuns e sensitivos relatam sentir uma presença acolhedora e maternal ao orar para ela, principalmente em momentos de desespero, perdas, conflitos familiares e situações consideradas impossíveis.

Santa Rita nos ensina algo poderoso: o milagre nem sempre acontece fora primeiro. Muitas vezes ele começa dentro. Ela é a prova viva de que a oração sincera transforma destinos, dissolve karmas e abre caminhos invisíveis aos olhos humanos.

Se estiver passando por uma situação difícil, acenda uma vela branca ou rosa, ofereça uma rosa com amor e peça:

“Santa Rita de Cássia, interceda por mim diante da Luz Divina. Ajude-me a transformar dor em sabedoria, medo em fé e impossibilidades em milagres.”

Porque onde o ser humano enxerga o fim, o Divino ainda vê possibilidades. 
Santa Rita de Cássia, rogai por nós.