24 de jan. de 2026

Médiuns de Cura

Médiuns de cura costumam ser solitários por vários motivos.
Eles carregam dores que não são deles
Quem trabalha com cura absorve, filtra e transmuta sofrimento alheio. Isso cansa a alma. Muitas pessoas sentem alívio perto deles, mas não conseguem sustentar a própria sombra depois que melhoram, então se afastam.

A relação quase sempre é utilitária
Muita gente se aproxima quando está ferida, perdida ou doente. Quando se cura, vai embora.
 
Após processos intensos de cura, o médium muda. E nem todo mundo acompanha essa mudança. A solidão vem porque o campo energético fica mais seletivo.
 Eles veem demais, percebem intenções, máscaras, incoerências. Isso dificulta relações superficiais. Conversas vazias cansam, relações rasas não sustentam.
A solidão parece castigo, mas é consequência.
 
É o preço de quem serve como ponte entre dor e alívio.

A tristeza existe. E precisa ser reconhecida.
Muitos médiuns sofrem em silêncio porque acham que “não deveriam” se sentir assim. Mas cura não imuniza contra solidão. Pelo contrário: amplia a sensibilidade.

Como conviver com esse dom  sem adoecer?
Aprender a não curar todo mundo
 Nem toda dor é sua missão. Limites são sagrados.
Separar amor de missão
 Quem você cura não é, necessariamente, quem vai te amar ou permanecer.
Ter vínculos onde você não seja o “pilar”
 Busque pessoas com quem você possa ser frágil, não só forte.
Criar enraizamento na matéria, natureza, corpo, rotina, silêncio. Cura também precisa de descanso.
Aceitar que poucos, mas verdadeiros, ficam
A vida do médium não é de multidão.

Proteção para o Médium de Cura :

“Que tudo o que não me pertence retorne ao seu caminho de origem,sem dor, sem culpa, sem vínculo comigo.

Eu curo apenas até onde é minha missão.
O que ultrapassa meus limites, eu entrego ao Divino.”

“Que meu corpo seja templo, não depósito.
Que minha alma seja canal, não morada.”

“Selo meus campos com luz viva.
O que é amor permanece.
O que é peso se dissolve.”

“Eu honro meu dom,
mas honro ainda mais minha vida.”

Faça isso todos os dias, ao enfrentar ambientes difíceis ou quando sentir necessidade próximo a algumas pessoas, nos temos o poder sobre o nosso corpo e nossa voz é poder!.


19 de jan. de 2026

Panqueca de abobrinha

Panqueca de abobrinha

Ingredientes:
1 abobrinha média ralada
2 ovos
1 xícara de leite
1 xícara de farinha de trigo
1 colher de sopa de óleo ou azeite
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta-do-reino
1 colher de chá de fermento químico em pó
Cheiro-verde a gosto
Os ingredientes dessa receita são simples e provavelmente você já tem quase todos aí na sua cozinha. A abobrinha traz leveza e umidade para a massa, os ovos dão estrutura, o leite ajuda na maciez e a farinha entra para dar o ponto certo. Em menos de 30 minutos você consegue preparar tudo, desde a mistura da massa até as panquecas prontinhas para servir.

modo de preparo da receita
Comece lavando bem a abobrinha e ralando no ralo grosso. Depois de ralada, aperte levemente com as mãos para retirar o excesso de água. Esse passo é importante para que a massa não fique mole demais.

Em uma tigela média, coloque os ovos e bata levemente com um garfo ou fouet, só até misturar clara e gema. Acrescente o leite, o óleo ou azeite, o sal e a pimenta-do-reino. Misture bem.

Agora entre com a abobrinha ralada e o cheiro-verde. Mexa novamente para que tudo fique bem distribuído na massa líquida. Em seguida, adicione a farinha de trigo aos poucos, mexendo sempre, até obter uma massa homogênea, com textura parecida com massa de panqueca tradicional.

Por último, coloque o fermento e misture delicadamente, apenas para incorporar. Não precisa bater demais nesse momento.

Leve uma frigideira antiaderente ao fogo médio e unte levemente com óleo ou azeite. Quando estiver quente, despeje uma concha da massa e espalhe formando um disco. Deixe dourar por cerca de 2 minutos ou até começar a soltar as bordas. Vire com cuidado e deixe dourar do outro lado.

Repita o processo até acabar toda a massa. Conforme for ficando pronta, reserve as panquecas em um prato. Sirva com o recheio de sua preferência, que pode ser carne moída, frango desfiado, legumes refogados ou até um recheio mais simples com queijo e tomate.

11 de dez. de 2025

Banho de ervas


Um conselho: coloque banho de ervas em sua rotina. Algo simples, mas eficaz. 
A "liturgia" para um banho de ervas envolve um passo a passo ritualístico que vai além da simples higiene, focando na intenção, no preparo e na conexão espiritual com a natureza. 
Preparo do Ambiente e das Ervas
Escolha das Ervas e Intenção: Selecione as ervas de acordo com seu objetivo (limpeza, energização, relaxamento, prosperidade, etc.). Ervas comuns incluem alecrim, alfazema, arruda, guiné e eucalipto.
Preparação: Ferva cerca de 1 a 3 litros de água e adicione as ervas. Tampe a mistura e deixe em infusão até amornar. Se estiver usando ervas frescas, você pode macerá-las (esfregá-las com as mãos) na água fria antes de aquecer para liberar os óleos essenciais.
Coar: Coe a mistura, separando a água (que será usada no banho) das partes sólidas. As ervas usadas devem ser devolvidas à natureza (em um jardim, vaso ou mata) após o uso.
Crie um Ambiente Sagrado: Diminua as luzes do banheiro, acenda uma vela ou incenso (opcional) e coloque uma música suave para ajudar na concentração. 

Arruda: espanta o que seus olhos talvez não veem, como inveja, olho gordo, e energias ruins a ti direcionadas.

Alecrim: erva da luz, eleva a vibração, clareia a mente.

Manjericão: uma benção, suavidade, tranquilidade, prosperidade.

Louro: Usado para te dar força, poder, vitórias, prosperidade.

Sal grosso: use-o com cuidado, nunca em demasia. Retira carga, peso espiritual.

Lave sua alma! Boa sorte! 

Fonte: Witch Wolf

25 de nov. de 2025

Quando o coração compreende...


Sou solidão e companhia
De mim própria 
Hoje e todos os dias...
Já fui riso,conversa feita fio enrolado em meada  grande e apertada.
Cozinheira para mil gentes.
Lavadeira de mil roupas.
Hoje sou  pássaro  que pouco canta
Com voos rasos e cansados.
Tenho por companhia um gato
Amigo do disparate, falante de miar fino...
Entendedor de adivinho,companheiro e bom vizinho.
Sabe de cor o que faço , sem ter relógio ou livro,mas é esperto e um querido,que me diz...gosto de ti,sem sequer saber falar.
Salta-me para o colo a qualquer hora, mesmo sem eu o chamar.
Sou solidão e companhia...agora com tempos de pequenas alegrias. 
Mas, neste passar de tempo lento,sou solidão, gratidão, e tenho por companheiro...um gato de estimação, que não me diz palavrão,e me abraça, e me estima,com toda a dedicação...
A quem chamo...coração. 

Autora do texto,Graça Cardoso, uma Alentejana em Lisboa .

Imagem/Internet( autor desconhecido)